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Saúde e bem-estar · NOTÍCIA

Fiocruz lança cartilha que usa brincadeiras para explicar a internação a crianças

A Fiocruz lançou a cartilha Tatá está internada, que usa jogos, ilustrações e informações sobre o hospital para ajudar crianças e famílias a entender a internação. O material foi apresentado no IFF/Fiocruz.

Mãe conversa com profissional sobre cartões de emoções e desenhos usados na comunicação infantil. Imagem ilustrativa gerada por IA.Imagem ilustrativa
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O que aconteceu

Crianças internadas e suas famílias ganharam um material de apoio da Fiocruz. A cartilha Tatá está internada foi criada para facilitar o entendimento do que se passa durante a hospitalização, incluindo os procedimentos feitos no corpo da criança e as pessoas que cuidam dela. O lançamento aconteceu no Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

O conteúdo mistura passatempos, como labirintos e caça-palavras, com explicações sobre os profissionais, os instrumentos e os procedimentos do hospital. Regras de higiene e de segurança aparecem em formato de brincadeira. A criança também é estimulada a anotar como está vivendo a internação e a conversar sobre isso com a família e a equipe.

A pediatra Roberta Tanabe, coordenadora do Núcleo Saúde e Brincar, contou que a cartilha começou a ser feita em 2025 e passou por várias versões, com contribuições de diversos setores do Instituto. Segundo ela, o material "tem que fazer sentido, não só para a criança, mas também para os profissionais que estão à beira do leito".

Thaize Sobreiro, gestora da Área de Atenção Clínica à Criança e ao Adolescente, elogiou a linguagem simples e o formato interativo. A psicóloga e pesquisadora Martha Moreira ligou a cartilha ao direito de crianças e adolescentes "a viverem tudo aquilo que elas merecem viver, ainda que estejam adoecidas", disse ela.

No encerramento, a terapeuta ocupacional Rosa Mitre, ex-coordenadora do Núcleo, defendeu que brincar é um direito fundamental da criança e precisa ser garantido também enquanto ela está internada.

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Análise

Esta parte é análise do Pediatria em Pauta sobre a notícia. Os fatos estão em “O que aconteceu”, com a fonte indicada.

Ficar no hospital costuma trazer situações novas e difíceis de entender para uma criança. Um material que explica, com brincadeira e desenho, quem são as pessoas ao redor do leito e para que servem os instrumentos pode ajudar a transformar o desconhecido em algo mais próximo.

Para as famílias, a cartilha também pode servir de ponto de partida para conversas. Como a proposta convida a criança a registrar o que sente e falar sobre isso, pais e cuidadores ganham um caminho para perguntar e ouvir, sem substituir as explicações da equipe clínica.

Vale observar que o material reforça uma ideia defendida pelos profissionais do IFF/Fiocruz: a criança não é só alguém que recebe cuidado, mas participa dele. Brincar, nessa visão, continua sendo um direito mesmo durante a doença.

Importante

Informações educativas. Sintomas graves ou dúvidas específicas exigem avaliação de um profissional de saúde. Esta notícia não substitui a consulta com o pediatra.

Fonte e transparência

Lembrete: conteúdo informativo, que resume a fonte indicada no topo e pode conter erros. Não substitui a consulta com o pediatra e não serve para diagnóstico ou tratamento. Para decisões, consulte a fonte original e um médico habilitado.

Notícia baseada em publicação de Agência Fiocruz. Redigida por inteligência artificial a partir da fonte acima, conferida automaticamente contra ela e aprovada por revisão jurídica automatizada. Notícia não passa por revisão médica individual. A imagem é ilustrativa, gerada por inteligência artificial, e não retrata o fato noticiado.

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