O que aconteceu
Os cuidados paliativos voltados a crianças foram o tema de uma transmissão online organizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) em outubro.
Dois médicos do Departamento Científico de Medicina da Dor e Cuidados Paliativos da entidade conduziram as aulas: a presidente do grupo, Simone Brasil de Oliveira Iglesias, e o secretário, Neulânio Francisco.
O conteúdo passou pela origem dessa área da medicina, pelos números da epidemiologia, pelo conceito e pelos casos em que ela é indicada. Os palestrantes também falaram das bases do cuidado, das dificuldades na prática e do atendimento paliativo no período perinatal.
Segundo Simone Iglesias, a meta desse tipo de cuidado é "aliviar o sofrimento, controlar sintomas e promover a melhor qualidade de vida possível para a criança e sua família". Ela acrescentou que a abordagem envolve os aspectos físico, emocional, social e espiritual e acompanha os familiares ao longo da doença, no fim da vida e no luto.
A SBP associa a importância do debate a uma mudança no perfil dos pacientes pediátricos: antes dominado por doenças infectocontagiosas, ele passa a ter cada vez mais crianças com doenças crônicas complexas.
O que muda para você
Orientações publicadas por Sociedade Brasileira de Pediatria. Para o caso da sua criança, fale com o pediatra.
Médicos com cadastro na RUTE assistem às transmissões em tempo real e recebem certificado de participação.
O acesso pela RUTE é feito no endereço rcc.rnp.br/RUTE/aovivo; a SBP também exibe as lives na sua própria página.
Associados da SBP podem rever, na página da sociedade, as gravações de transmissões passadas.
Nossa leitura
Esta parte é análise do Pediatria em Pauta sobre a notícia. Os fatos estão em “O que aconteceu”, com a fonte indicada.
Cuidado paliativo costuma ser associado apenas aos últimos dias de vida. A definição apresentada na live amplia essa ideia: o foco é aliviar sintomas e dar qualidade de vida à criança e à família, inclusive durante a doença e depois dela, no luto.
A inclusão do tema perinatal mostra que essa discussão pode começar ainda antes ou logo depois do nascimento. Para famílias que recebem um diagnóstico grave nessa fase, vale saber que existe uma área da pediatria dedicada a esse acompanhamento.
A ênfase da SBP no aumento das doenças crônicas complexas indica que o assunto tende a fazer parte da rotina de mais pediatras. Para pais e cuidadores, conversar com a equipe sobre conforto, sintomas e apoio emocional é parte legítima do tratamento.
Informações educativas. Sintomas graves ou dúvidas específicas exigem avaliação de um profissional de saúde. Esta notícia não substitui a consulta com o pediatra.
Fonte e transparência
Lembrete: conteúdo informativo, que resume a fonte indicada no topo e pode conter erros. Não substitui a consulta com o pediatra e não serve para diagnóstico ou tratamento. Para decisões, consulte a fonte original e um médico habilitado.
- Cuidados paliativos na infância são discutidos em live da SBP ↗Sociedade Brasileira de Pediatria, publicada em 23 de outubro de 2026, por leonardo.martes
Notícia baseada em publicação de Sociedade Brasileira de Pediatria. Redigida por inteligência artificial a partir da fonte acima, conferida automaticamente contra ela e aprovada por revisão jurídica automatizada. Notícia não passa por revisão médica individual. A imagem é ilustrativa, gerada por inteligência artificial, e não retrata o fato noticiado.



